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Novas caras pintadas querem respeito pela educação e Amazônia

09/09/2019 às 13:00, por Redação.

Em SP o ato tomou a Avenida Paulista rumo ao Ibirapuera
Fotos: Cuca da UNE

Estudantes deram o tom da festa da independência vestindo preto e mostrando sua indignação contra medidas de Bolsonaro 

O feriado de 7 de Setembro, no sábado, foi tomado de caras pintadas vestido de preto em atos em todo país junto com o Grito dos Excluídos, movimento tradicional dos movimentos sociais que todo feriado da independência denuncia as várias formas de desigualdades no país. Convocados pelas entidades estudantis, vinte e sete anos depois do movimento que derrubou o presidente Collor, os estudantes caras pintadas de hoje reivindicam respeito pela educação, cuidado com a Amazônia e também o ressarcimento das bolsas de pesquisa que foram canceladas pela falta de financiamento do governo.

A situação no Capes e CNPq é grave e está praticamente inviabilizando a pesquisa científica no Brasil.

“Não vamos aceitar a privatização da nossa educação e a destruição da nossa Amazônia que também não vai ser entregue aos países estrangeiros”, afirmou o presidente da UNE, Iago Montalvão em ato em São Paulo que saiu da Avenida Paulista, principal via da capital paulista e terminou no monumento às bandeiras, no Ibirapuera.

Estudantes também deram o “tom da festa da independência” em Salvador (BA), Recife (PE), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG) e Maceió (AL) e em mais de 120 cidades pelo país afora.

Na capital baiana o preto tomou às ruas em sinal de luta pela educação 

Em Recife os estudantes também mostraram sua preocupação com seus direitos 

Em BH os mineiros também protestaram 

No Rio de Janeiro os estudantes protestaram próximo ao desfile militar e caminharam até a Praça Mauá no Centro 

Em Campina Grande estudantes da  UFCG também protestaram 

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