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Morte de Marielle completa um ano e mobiliza ruas do país

14/03/2019 às 23:22, por Renata Bars Foto: Yuri Salvador.


Atos em diversas capitais e até no exterior exigiram respostas sobre o crime e justiça nas periferias

O aniversário de um ano do bárbaro assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, mobilizou as ruas do país e do mundo nesta quinta-feira (15). No Rio de Janeiro, cidade natal de Marielle, diversos atos espalharam-se pela capital e interior. Houve homenagem na Câmara dos Vereadores e uma missa especial na igreja da Candelária. Em outra parte do globo,  na universidade americana de Princeton, um tributo à vereadora foi encabeçado pela filósofa Angela Davis.

Manifestantes prestam homenagem à Marielle na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro

Também aconteceram manifestações no Recife, Salvador, São Paulo, Distrito Federal, São Luís, Vitória, Florianópolis, Cuiabá e Porto Alegre. Todos os atos tiveram em comum a pergunta ‘’quem mandou matar Marielle?’’ que ainda persiste neste um ano da execução.

O pedido de justiça e paz nas periferias também foi uníssono. O fim do genocídio da juventude negra e pobre foi uma das bandeiras de Marielle que segue viva por meio de estudantes, trabalhadores e ativistas que reforçam seu legado.

‘’O Brasil é o país das Américas que mais mata defensores de direitos humanos. A morte de Marielle foi um atentado à democracia e um ano depois do brutal assassinato da vereadora, continuamos sem respostas. Espalhamos a herança de Marielle pelas ruas e queremos saber: Quem mandou matar Marielle Franco?’’, indagou a presidenta da UNE Marianna Dias.

 

Manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo

Na última terça-feira (12), uma operação policial prendeu dois acusados. Segundo a investigação, Ronnie Lessa, um policial militar reformado, fez os disparos, enquanto Elcio Vieira de Queiroz, ex-PM, dirigia o carro de onde partiram as balas. A resposta sobre a existência de um mandante segue obscura e deve ser investigada nos próximos dias.

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