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Executiva da UNE aprova ‘contra-ataque’ às ameaças e censura nas universidades

22/11/2019 às 12:50, por Cristiane Tada.

Diretores da entidade de todo o Brasil aprovaram diretrizes para os próximos meses

Em conjunto com a ANPG estudantes aprovaram também documento com propostas em defesa das instituições de ensino

A diretoria Executiva da UNE esteve reunida no último dia 19 de Novembro, terça-feira, na sede das entidades estudantis em São Paulo e aprovou vários encaminhamentos para a defesa da educação nos meses seguintes.

“A entidade vai lançar uma campanha em defesa da educação que vai abarcar a realização de festivais culturais nas calouradas em diversas universidades do país do próximo semestre. Será uma ação de ‘contra-ataque’ as ameaças e a censura que as universidades têm recebido”, contou o presidente da entidade, Iago Montalvão.

Foi acordado também um ato a ser realizado no Congresso Nacional sobre o orçamento do novo FUNDEB.

Haverá ainda ações contra o AI-5, no dia 13 de dezembro quando o decreto mais nefasto da nossa história faz 51 anos.

Dentre as resoluções tratadas pelos estudantes está ainda a composição do conselho fiscal da UNE para o início do seu funcionamento ainda esse ano, uma reunião da diretoria de mulheres em dezembro e a realização de um balanço político da diretoria.

Planos para poder contra-atacar

Em conjunto com a ANPG a UNE aprovou também o Documento “Universidade Pública Pra Valer!”. O texto traz propostas em defesa de universidades e institutos federais públicos, gratuitos, de qualidade e socialmente referenciados.

Para os estudantes tem sido imprescindível a atuação das entidades representativas dos estudantes, assim como das demais organizações do setor educacional e do conjunto da sociedade para determinar o rumo da educação no Brasil. Eles citam ainda a necessidade de mais investimentos públicos, desde a renovação do FUNDEB, a revogação da Emenda Constitucional 95 até a manutenção dos orçamentos da e do CNPQ como “imperativas para a construção do nosso futuro”.

O documento traz como propostas a defesa do Estado de Direito; a garantia do financiamento público ao ensino superior; a garantia do caráter social e não mercantil das instituições de ensino; uma reforma curricular e pedagógica bem como a livre organização do movimento estudantil; a defesa da gestão pública e o fortalecimento das carreiras de docentes e técnicos.

> Leia na íntegra o documento “Universidade Pública Pra Valer!”

 

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