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Dia Nacional de Defesa da Educação lota ruas de cidades em todo o Brasil

15/05/2019 às 12:04, por Cristiane Tada.


Estudantes protestam contra corte de bilhões no setor que vai comprometer ensino nas federais

O Dia Nacional em Defesa pela Educação começou cedo com milhares de estudantes, professores e trabalhadores da educação protestando nas ruas. Mais de cem universidades e institutos federais estão mobilizadas nesta quarta-feira contra os cortes de 30% no setor. Escolas públicas e particulares em diversos estados também paralisaram em sinal de protesto.

Em Salvador milhares saíram do Campo Grande e lotaram as ruas da capital baiana com faixas e cartazes defendendo a educação.

 

Ainda na Bahia o ato com escolas e universidades na ruas de Feira de Santana, já reúne 5 mil pessoas. A marcha segue na avenida Getúlio Vargas em direção à prefeitura.

A balbúrdia dos estudantes de Saúde na UnB foi fazerem atendimentos médicos na rodoviária do plano piloto. Na universidade está sem aula hoje em protesto. Uma marcha que saiu da Biblioteca Nacional e já alcançou a Explanada dos Ministérios também acontece agora e já reúne mais de 15 mil pessoas.


Em Curitiba o ato também tomou a Praça Santos Andrade, no Centro em frente a UFPR.

Mais de 10 mil pessoas protestam também em João Pessoa, Paraíba.

Em Viçosa (MG) nem mesmo a chuva impediu os estudantes de cobrarem verbas pra manutenção dos laboratórios da UFV.

Na UFSC em Santa Catarina os estudantes realizam um ato agora. Assista o vídeo:

Na parte da tarde diversos atos vão acontecer ainda em todo o pais. Acompanhe pelas redes da UNE.

Pior momento da história da educação

Desde 2014, os cortes na educação estão sendo cada vez maiores. De lá pra cá, segundo dados do próprio MEC, a rede federal teve queda nos investimentos em torno de 15%, passando de R$39,2 bilhões para R$33,4 bilhões.

Dessa vez a UNE acredita que o corte de 30% que vai implicar no funcionamento de todas as instituições federais de ensino é uma chantagem para aprovar a Reforma da Previdência que o governo quer e os trabalhadores não aceitam.

Para a entidade desde a tentativa de intervir na escolha de reitores, as declarações descabidas sobre o ambiente universitário, a que o ministro se referiu como “Balbúrdia”, o ataque as humanidades, até o corte no orçamento das instituições federais de ensino superior e nas bolsas de pesquisa e pós-graduação, são partes do mesmo pacote de desmonte da educação brasileira.

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